A candidata negou que está abatida e disse que está disposta a lutar todos os dias para vencer a disputa.
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"Eu acho que essa discussão é legitima você pode fazer, mas ela não pode ser o centro de todo debate no Brasil é ela e mais um porção de outras questões", disse.
Segundo o PT, os rumores contra a candidata nos segmentos religiosos de que ela defende o aborto e de que ela teria dito que nem Jesus Cristo dela essa vitória --frase que ela não disse-- foram um dos motivos que provocaram o segundo turno.
Antes de ser candidata, Dilma defendia abertamente a descriminalização da prática --o fez, por exemplo, em sabatina na Folha em 2007 e em entrevista em 2009 à revista "Marie Claire".
Depois, ao longo da campanha, disse que pessoalmente era contra a proposta. Hoje, diz que repassará a discussão ao Congresso.
nos segmentos religiosos foram um dos motivos que provocaram o segundo turno.
Dilma disse que não está abatida. A Folha mostrou hoje que em conversas reservadas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva externa preocupação com o "abatimento'' de sua candidata à sucessão nos últimos dias.
"Cê tá achando [que eu estou desanimada], cê tá achando? Olha pra minha cara, cê tá achando que eu tô desanimada? Pelo contrário, nunca tive tão animada", afirmou.
PETROBRAS
Os contratos da empresa Capacità Eventos assinados em 2008 com a Petrobras somam mais de R$500 mil.
Para a candidata, as denúncias podem ter motivação eleitoral. "Tem de ter muito cuidado com isso porque isso chama-se especulação contra a maior empresa do Brasil. Tem de dizer quem disse, o que é que foi dito. O Brasil não pode a todo eleitoral conviver com boatos dessa espécie", disse.
A candidata completou: "O fato de uma pessoa ter uma empresa e participar de algum órgão do governo não é crime, nunca foi. Acesse o site da empresa e veja que ela presta serviços para muitas empresas, inclusive órgãos de imprensa. Isso não pode ser tratado dessa maneira".
FONTE: FOLHA.COM
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